Mais do que desenvolver competências, a iniciativa busca fortalecer a atuação das lideranças e contribuir para uma cultura cada vez mais coerente com os desafios e o propósito da Fundação. 
 

Fortalecer quem está à frente das equipes também é uma forma de cuidar. Com esse olhar, a Fundação de Saúde Itaiguapy (FSI), por meio do Comitê Institucional de Pessoas e Cultura Organizacional, iniciou um novo ciclo voltado à Jornada Integrada de Desenvolvimento de Lideranças, denominada PULSO.

O projeto é exclusivo para gerentes, coordenadores e assessores e representa uma nova iniciativa da instituição para ampliar a capacidade de suas lideranças diante dos desafios organizacionais, fortalecendo relações, equipes, cultura e estratégia. 

Para marcar esse novo ciclo, durante todo o dia desta terça-feira (11), líderes de cada setor estiveram presentes no encontro exclusivo realizado no SEESSFIR – Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos e Serviços de Saúde de Foz do Iguaçu e Região.  

Na abertura, o diretor-superintendente, Gilmar de Oliveria, destacou: “Hoje estamos aqui para investir em nosso principal ativo, nossas pessoas”. O encontro também contou com a presença do presidente do Conselho Curador e coordenador do Comitê, Genésio Engel. “O movimento que iniciamos hoje é contínuo. Essa jornada tem tempo para finalizar, mas investir em pessoas deve ser para sempre. E nossos colaboradores verão a diferença, lá na base, quando o discurso for coerente com a prática, propósito e o cuidado”. 

A jornada seguirá até fevereiro de 2027, e durante esses seis meses, os assuntos e temas discutidos terão como propósito a transformação da cultura que começará pela liderança e que refletirá no dia a dia de cada equipe. “O compromisso, a presença e o engajamento de cada um farão a diferença”, disse o superintendente.

Por que investir nas lideranças?
O PULSO não nasceu de uma ação isolada. Nos últimos meses, a área de Gestão de Pessoas conduziu um diagnóstico institucional, reunindo diferentes percepções e informações sobre liderança, cultura, comunicação, relações de trabalho e desafios organizacionais.

A partir desse diagnóstico, o Comitê Institucional de Gestão de Pessoas e Cultura Organizacional definiu o desenvolvimento das lideranças como uma das prioridades institucionais. A escolha tem uma razão clara: a liderança ocupa uma posição essencial na experiência das pessoas dentro da organização.

É por meio dela que grande parte das decisões chega às equipes, que prioridades são traduzidas, que conversas acontecem, que conflitos são conduzidos, que pessoas são reconhecidas e que os valores institucionais se transformam em comportamentos cotidianos.

Por que PULSO?
Na saúde, o pulso é um dos sinais que ajudam a perceber como um organismo está respondendo.

Na organização, a liderança também funciona como um importante sinal da cultura.

É no cotidiano das equipes que podemos perceber a qualidade das relações, o nível de confiança, a clareza da comunicação, a capacidade de cooperação e o alinhamento entre aquilo que a instituição acredita e aquilo que efetivamente prática.

Por isso, o nome PULSO representa mais do que uma jornada de capacitação. Representa um movimento de desenvolvimento contínuo: perceber, refletir, desenvolver e transformar práticas.

Desenvolvimento conectado à realidade
Ao longo da jornada, os líderes participarão de diferentes experiências de desenvolvimento, combinando conteúdos técnicos e comportamentais, mentorias, ferramentas de gestão e projetos aplicados aos desafios reais da Fundação.

A Gestão de Pessoas será responsável pela condução e integração da jornada, juntamente com o Comitê e demais áreas envolvidas. A Ponte Consultoria apoiará o desenvolvimento das competências comportamentais – soft skills –, trazendo metodologia e conhecimento especializado para parte da trilha.

E o que isso muda para quem trabalha na FSI?
Embora o PULSO comece pelas lideranças, seu propósito alcança toda a organização. 

“Ao fortalecer líderes, buscamos construir ambientes com mais clareza, diálogo, confiança, coerência, colaboração e capacidade de desenvolvimento das pessoas. Isso significa trabalhar para que, progressivamente, cada colaborador perceba essa evolução na relação com sua liderança, na comunicação, na forma como as decisões são conduzidas e na maneira como as equipes trabalham juntas”, disse a gerente de Pessoas, Marcia Mazotti.

Comitê Institucional de Gestão de Pessoas e Cultura Organizacional
O Comitê é coordenado pelo presidente do Conselho Curador, Genésio Engel, e conta com a participação da gerente de Gestão de Pessoas, Márcia Mazotti; do gerente do Instituto de Ensino e Pesquisa (IEP), Emanuel Nunes; e das representantes das áreas administrativa e assistencial, Débora Black e Cássia Estabelini, respectivamente.

O grupo atua na proposição e acompanhamento de iniciativas relacionadas às pessoas, à liderança e à cultura organizacional da Fundação.